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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Podcast ECdH: Turismo em pauta no programa Em Cima da Hora


..:: ECdH | Em Cima da Hora ::..

Caros colegas,

Participarei semanalmente como debatedor no programa “Em Cima da Hora” (ECdH), conduzido pelo jornalista Eraldo Santos, com comentários do advogado Dr. Sydnei Costa. As transmissões são feitas pela página da rádio no Facebook e pelo canal da Rádio da Vila no Youtube.

No blog do “Observatório do Turismo” eu irei postar textos a respeito de cada transmissão, assim como compartilharei todas minhas participações.

Desde já faço votos de sucesso e peço a colaboração de todos colegas na divulgação desta iniciativa, que visa o benefício de todos nós.

..:: SIGESTur ::..

O "Observatório do Turismo" guarda relação estreita com o "Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos" (SIGESTur), que é outra frente de ação em pesquisa e extensão universitária a qual eu lidero no âmbito do IFSP Câmpus Cubatão.   

É um projeto embrionário, cujo protótipo de seu aplicativo encontra-se disponível em < http://app.vc/sigestur >.

Um forte abraço!

Sucesso sempre,

Aristides Faria


quarta-feira, 19 de junho de 2019

..:: Cerimonial em Eventos ::..

Estabelecer a ordem de precedência de acordo com o evento é papel do Relações Públicas

Por: Cristian Alves

"Nossa formação em Relações Públicas permite atuar em diferentes frentes, desde a Comunicação Corporativa, Comunicação Interna, Assessoria de Comunicação, Imprensa e Organização de Eventos.
Quando atuamos na esfera pública, junto aos poderes, ou quando trabalhamos em organizações que exigem o uso do protocolo oficial em eventos, nos deparamos com a grande questão: ordem de precedência.
Aí surgem as dúvidas, pesquisas, confirmações de convidados para aplicar corretamente a precedência na solenidade".
Para continuar lendo este texto, acesse o link a seguir: 

..:: Novo Mundo | Relações Públicas ::..

Cristian Alves: Graduado em Relações Públicas pela Universidade Católica de Santos (1998-2001) e Especialista em Gestão & Marketing em Serviços pela Universidade Católica Dom Bosco (2016). Possui experiência em Relações Públicas com foco em planejamento e gestão de eventos. Atualmente é Cerimonialista na Prefeitura de São Vicente, no litoral de São Paulo, e presta consultoria em RP por meio da Novo Mundo | Relações Públicas.

terça-feira, 18 de junho de 2019

..:: Desenvolvimento sustentável da atividade turística em nível municipal ::..




Para o desenvolvimento sustentável da atividade turística em nível municipal, a atuação consorciada entre os múltiplos atores atuantes no setor de viagens e turismo configura-se como um dos mais importantes fatores de sucesso para esses destinos.



Mesmo sem analisar um caso concreto, a experiência tem mostrado amplamente que destinos turísticos bem-sucedidos são gerenciados profissionalmente por pessoas comprometidas com visão e objetivos compartilhados entre todas as suas partes interessadas.

Do lado oposto, a arrogância e o egocentrismo compõem um rol de aspectos que competem contra o desenvolvimento sustentável do setor. Além disso, configura um ambiente no qual vigora a hostilidade entre os atores atuantes no turismo, o que termina por impactar negativamente a obtenção de vantagens competitivas para o destino como um todo.

Em verdade, eu gostaria de apontar neste texto, caros leitores, a importância na consolidação de observatórios para subsidiar o trade turístico no gerenciamento de destinos turísticos. Os observatórios são organismos ou grupos dedicados ao estudo, à análise e ao monitoramento do desempenho de um campo da ciência ou do mercado.

Durante o primeiro semestre de 2016 tive a oportunidade de apresentar o Observatório do Turismo ao então Secretário de Turismo do município de Guarujá, Sr. Emerson dos Santos Lopes. 

A ação resulta de projetos de extensão universitária e iniciação científica que desenvolvi no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Câmpus Cubatão), no biênio 2016-2017. 

Além disso, o Observatório do Turismo compõe meus estudos em nível de Mestrado (2013-2015) e Doutorado (2016-2019) em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi. Atualmente, está no ar um formulário de pesquisa, mas terei prazer em disponibilizar os resultados do Observatório do Turismo por e-mail.

A questão é: não se estrutura um sistema de gestão de um destino turístico consolidado e tradicional como o Guarujá de um dia para o outro. É essencial, por exemplo, que se construa um criterioso histórico do desenvolvimento da atividade turística na cidade e região, de modo que sejam amplamente conhecidas tendências (“lições aprendidas” e experiências) e perspectivas futuras do mercado no qual o destino figura.

As relações de hospitalidade e hostilidade entre os múltiplos atores atuantes no turismo da cidade dão o tom de seu desempenho mercadológico. É essencial que cada um desses atores execute as ações que lhe competem no contexto coletivo, colaborando para a evolução de todo o sistema de turismo, além de trabalhar para aumentar a competitividade de seu próprio negócio.

 Entidade setoriais são essenciais neste sentido, ou seja, é esperado que sejam capazes de arregimentar o empresariado rumo a uma posição futura planejada. Em minha visão, particularmente, isso se faz por meio da colaboração e de certo desprendimento por parte dos gestores de empresas privadas e dirigentes do poder público.

Discursos proferidos em tempo verbal passado não me parecem agregar muito valor a este propósito. Acredito, sim, que as “lições aprendidas” e as experiências anteriores são fundamentais, mas vejo que não são fiadoras de sucesso presente ou futuro. Reforço: o sucesso me parece depender da ação consorciada entre os múltiplos atores atuantes no setor de viagens e turismo. 

Vamos juntos?

Por: Aristides Faria, doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi (2016-2019), e professor do Instituto Federal de São Paulo (Câmpus Cubatão)





Fale com o autor: aristidesfaria@ifsp.edu.br

..:: Onde foi parar a empatia? ::..

Pois bem.
Em outras ocasiões, já havia escrito sobre gestão de relacionamento, mas é sempre relevante voltar a essa temática. Estamos em uma era tecnológica e midiática, quando cada vez mais nos sentimos livres para falar o que quiser aos quatro ventos. Mas até que ponto sabemos usar essa liberdade de expressão a ponto de manter as relações com os públicos saudáveis e promissoras?
No final de semana de 7 e 8 de junho, a Associação Brasileira de Relações Públicas, seccional do Sul (ABRP RS/SC) realizou a quarta edição do CongregaRP, evento consagrado na área de comunicação que reunião cerca de 100 pessoas para falar sobre a otimização da relação com os públicos. E por que isso é importante? A razão é simples: toda comunicação é feita de pessoa para pessoa.

Juliana Müller é presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP).

quer continuar lendo este texto acesse o link: 

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