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sexta-feira, 6 de maio de 2022

Relações Públicas e os Eventos



Eu acredito que as Relações Públicas está para os eventos, assim como os eventos estão para as relações públicas. É uma via de mão dupla, porque quem entra na faculdade de RP em muitos casos é para trabalhar com eventos. Pois é algo mais concreto, sejam os corporativos internos ou trabalhar em uma agência.

Existem no mercado, grandes produtores de eventos, que são formados nas mais diversas áreas. A diferença é que eles não tiveram em sua base curricular matérias de organização e produção de eventos. Já para os formado em Relações Públicas essa é a base! Porque, quase tudo que precisa de organização é um evento: desde uma festinha na firma até uma inauguração de uma grande indústria ou em solenidade com várias autoridades.

Quando entrei na faculdade, meu foco foi na área de eventos. Pois trabalhava em uma siderúrgica no Litoral de São Paulo, que tinha o setor de comunicação bem atuante. O primeiro evento em que atuei ainda estudando, foi como voluntário: trabalhei como auxiliar no aniversário da empresa, carregando caixas de brindes e ficando nos bastidores. Foi a melhor aula na prática, pois pude aprender e compartilhar com pessoas que já estavam no mercado de trabalho há mais de 30 anos. 

Com o passar dos anos, já formado, fui trabalhar em uma agência onde era responsável pelo departamento de eventos e por mais de 10 anos, organizei e produzi para os mais diversos mercados, desde um café para empresários a uma convenção com mais de 15mil participantes.

Mas, independente disso, vocês sabem o que mais falta? É falarmos: Sou RELAÇÕES PÚBLICAS e ter orgulho! Porque nem todos tem a obrigação de saber o que somos ou o que fazemos. E como sempre diz o Guilherme Alf, “Todo precisa de um RP....” 

Vale a pena lembrar um detalhe: Amigos relações-públicas recém formados que pensam que trabalhar com eventos é só glamour e que vai viver como estivesse em um desfile do São Paulo Fashion Week ou nos shows do Rock in Rio, que é um ledo engano, vai ter que carregar muitas caixas e ralar muito para isso. E, para os simples mortais que pensam que é só chegar e já vai estar tudo pronto, não estará, sem um profissional. Pois há várias etapas a serem cumpridas e realizadas, desde a primeira reunião de briefing até a entrega final do evento e tomar a champanhe, não esquecendo de mencionar que seremos os primeiros a chegar e os últimos a sair do evento.

Para finalizarmos essa reflexão, precisamos muito além do curso de RELAÇÕES PÚBLICAS, é continuar e estudar, pois o mercado de eventos é vasto e acredito que quem está mais capacitado para atuar no setor é um profissional de relações-públicas. Procure sempre estar antenado. Principalmente neste momento pós-pandêmico, onde o mercado está abrindo oportunidades tanto para os eventos presenciais quantos os digitais, e se você além de RP estiver atento, poderá se expandir profissionalmente neste segmento digital. 



segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A monarquia britânica - The Crown

 Amigos um pequeno spoiler da série da Netflix #thecrown no quarto episódio da terceira temporada o príncipe Philipe ( Duque de Edimburgo ) cria junto com sua filha e toda a família real um documentário ( uma ação de Relações Públicas) sobre a vida cotidiana da família real, porém a estratégia não foi bem aceita e o Jornal The Guardian  fez um artigo falando muito mal do documentário e em uma solução a assessoria do palácio pede uma entrevista do jornalista do artigo 




com a  princesa Anne, mas algo que acontece durante o episódio é a vinda da mãe do príncipe Philipe, e em tacada realmente de mestre ou de relações públicas e quem dá a entrevista é a princesa Alice ( mãe do Duque de Edimburgo) e a matéria é um elogio e uma referência a monarquia britânica e a pessoa maravilhosa que é a princesa.

É preciso que o profissional ou as ações de RP sejam muito bem avaliadas e também olhar todas as possibilidades, que estão por vir  e esse caso em específico acabou dando certo, mas os estudos e o trabalho precisa do olhar mais profundo e estratégico do profissional, para não haver erros 


# #relaçõespúblicas #cerimonial #relacoespublicas #cerimonialeprotocolo #cerimonialista #rpconectavc

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

..:: O Filme Dilema das Redes ::..

 

Por Fabiana Camilo
Especialista em Tecnologia de Informação e Comunicação


 

Este artigo escrito pela jornalista fabiana é baseado no filme em cartaz da Netflix - O Dilema das Redes 

O Filme nos mostra como os magos da tecnologia possuem o controle sobre a maneira em que pensamos, agimos e vivemos. Frequentadores do Vale do Silício revelam como as plataformas de mídias sociais estão reprogramando a sociedade e sua forma de enxergar a vida

Assim, peguei a mudança de comportamento social com o surgimento da internet de uso doméstico. Vi o surgimento dos sites, dos emails e das primeiras ferramentas de mensagens instantâneas sendo popularizados. 

No jornalismo a gente já tinha essa dimensão de impacto e os danos que poderiam causar, óbvio que não com a grandiosidade e proporção que tomaram. Até porque não tinha como imaginar essa revolução tecnológica há 20 anos, mas se temia naquela época o que aconteceu hoje.

As máquinas não agem sozinhas, por mais tecnologia e inteligência artificial que possuam, são programáveis.

Os humanos são responsáveis, pela criação, administração, benefícios e danos causados. Assim como os mesmos são responsáveis pelo uso adequado e discernimento do bem e do mal.

Sabe qual é o problema? Hoje se tem preguiça de pensar. É mais fácil receber notícia pronta, aceitar teorias e copiar. Por isso vivemos nessa massificação em série. Todos se vestem igual, falam igual, agem igual e quem

está no poder, sabendo disso, se prevalece das tecnologias pra oferecer aquilo que a massa quer ouvir. Mas com resultados 100% voltados aos seus interesses.

Na outra ponta, mesmo sabendo no íntimo que aquilo não deve ser real, que não está correto, existe um senso coletivo de acomodação.

A imprensa também tem culpa, não é isenta, se vende conforme o capitalismo.
Existe um emburrecimento mundial.

Aqui, o efeito é ainda mais devastador,  afunda ainda mais no negacionismo uma população totalmente despreparada porque já nasceu sem incentivo a criticidade que só se conquista através da educação e na política.

O perigo nas redes sociais só serão debatidos nas camadas dos estudiosos, não chegará na favela, porque sequer tem acesso a uma educação que o faça entender o que é ser manipulado e que as escolhas que ele "acha que está fazendo" sequer são deles, mas dos algoritmos programados para que ele aja de modo controlado.

As coisas só mudarão se houver uma revolução dentro da TI, do contrário só aumentará ainda mais o abismo


segunda-feira, 10 de agosto de 2020

..:: INTERNET PRO BEM VIRA LIVRO PARA CONSCIENTIZAR AS PESSOAS SOBRE O USO RESPONSÁVEL DAS REDES SOCIAIS ::..

 Jornalista Marcelo Furtado de São Vicente aposta na conexão responsável para fazer um mundo melhor

 
Fake News, estelionato amoroso, brigas de família, amizades desfeitas, pedofilia, exposição de fotos, famílias corrompidas, golpes financeiros, perda de emprego e de oportunidades são exemplos de situações de risco que estamos sujeitos a vivenciar enquanto conectados à internet de forma desatenta. Essas e outras ameaças virtuais são abordadas em quase 30 histórias relatadas no livro.


Marcelo ressalta que seu único objetivo é que as pessoas se atentem à importância do conteúdo dos assuntos relatados no livro, propagando e disseminando conhecimentos, a fim de facilitar a conscientização da sociedade conectada à tecnologia e informação de fácil acesso.

Com o título “Internet pro Bem”, o jornalista Marcelo Furtado, de São Vicente, transforma um projeto iniciado por “lives” (compostas por ações mútuas de benfeitorias sociais, existente há 4 anos e veiculado pelo facebook) numa coletânea de histórias relatadas ao autor em forma de desabafo por pessoas que acompanhavam a página “Internet pro Bem”.




“A pandemia de uma maneira muito dolorida nos obrigou a aprender que a internet quando usada para o bem pode potencializar as diversas formas de ajudar ao próximo, desde coisas mais básicas que antes não dávamos valor e ficávamos discutindo e brigando nas redes. Podemos unir mundos, emprestar mais, consumir menos, ter mais economia, mais agilidade na resolução de problemas no nosso cotidiano e nas instituições de forma integrada. Tenho a impressão que algumas pessoas estavam ou ainda estão se perdendo no ambiente virtual, usando a rede para disseminar situações negativas, de discórdias, de fraudes, trapaças, propagando situações que, em alguns casos, prejudicam de verdade na vida real. Então o livro vem com a proposta de, efetivamente, fomentar essa conscientização.” ressalta o autor.




Nessa primeira tiragem o jornalista doou todos os direitos autorias do livro para a Associação CRERES, que auxilia dependentes químicos na área continental de São Vicente. Como não será possível fazer um lançamento presencial ainda por conta da pandemia, quem tiver interesse de ter acesso à obra deve solicitar um exemplar por família por meio do telefone da Associação (13-98881.5512).




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