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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ser RP - Blog RPManaus

SER RP
Ser um RP é estar em constante movimento, buscando novas alternativas profissionais. Ser um profissional com mil e uma utilidades, seja fazendo uma festa para 10 pessoas ou um mega evento para 100 mil pessoas.
Ser RP é não perder as oportunidades, porque elas aparecem na mesma velocidade em que somem. Penso, que o agora é muito importante e o ontem, as experiências adquiridas e que estas sejam sempre utilizadas no amanhã, pois serão sempre os reflexos de nossos atos .
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Ser RP é vencer um mercado cada vez mais competitivo, e não é para qualquer um. Mas, pelo que vejo, às vezes faltam profissionais que assumam riscos e que pense em projetos a longo prazo, investir e fazer carreira e ouvir muito os outros profissionais mais experientes e de todos as áreas.
Ser RP é mudar quando necessário, ou melhor, reinventar as coisas, os caminhos de nossa área passam por diversas outras e uma completa a outra, quer melhor marqueteiro que um Relações Públicas que entende todo o conceito e sabe onde melhor utilizar essas ferramentas? É empreender seja algo novo ou simplesmente surpreender com uma nova visão do que já existe.
Ser RP é estar antenado com o mundo digital e real. Não adianta termos um milhão de amigos no  Facebook, Instagram e Twiter entre outros e simplesmente não darmos um BOM DIA as pessoas que trabalham conosco ou no elevador de nosso prédio. É saber dialogar com o presidente de nossa empresa, mas também com a senhora que serve nosso cafezinho e muitos não sabem nem o nome.
Ser RP é amar incondicionalmente uma profissão até hoje brilhante, e nem sempre feita por Relações Públicas, mas por pessoas de COMUNICAÇÃO. Ser RP é ser novo, mas com mentalidade de uma pessoa vivida, buscando passar nossa maturidade, mas sempre aprendendo. Ser RP é também sonhar com um mundo melhor para os nossos filhos.
Ensinando-os a ajudar a todos que precisem sempre com amor e carinho e sempre dizer um muito obrigado quando atendido em algo que precise.
Enfim, ser RP é ter um sonho e buscá-lo com objetivos claros para alcançar, seja qual for ele.

Por Cristian Alves
Formado em Relações Públicas no ano de 2001 na Universidade Católica de Santos – São Paulo

Entrevista - Versátil RP - 100 anos das Relações Públicas


004 – RP escreve a sua história com Cristian Alves


rp-facebookNa terceira entrevista da série “RP Escreve a sua história” recebemos o profissional Cristian Alves, formado em Relações Públicas na Universidade Católica de Santos e ultimamente trabalha com Planejamento, Administração e Execução de Eventos Corporativos.
VRP: Por que escolheu estudar Relações Públicas?
CA: No meu caso foi em um evento na empresa que trabalhava e fomos convocados pela diretoria e fiquei olhando vários profissionais num vai e vem e de curioso, perguntei a um amigo quem eram e fui informado que eram relações pública Depois disso, fui me informar, me apaixonei pela área , fiz a faculdade e estou formado desde 2001, mas trabalho com eventos desde 1998 segundo ano da faculdade.
VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?
CA: Com muitos desafios, mas muito vasto e com várias oportunidades que podemos seguir e empreender.
VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspira a ser Relações Públicas?cristian
CA: Tenho como exemplo a grande profissional Vera Giangrande que com certeza foi a maior. Também um professor de minha faculdade chamado Roberto Baptista e um dos primeiros relações-públicas com quem trabalhei o senhor Bráulio Carneiro da antiga Cosipa
VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil, para você, a profissão é valorizada como deveria?
CA: Claro que não, mas hoje pelo avanço da internet , esse tempo perdido poderá ser recuperado com novas sementes pensantes e movimentos em torno das Relações Públicas.
VRP:  Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado na comemoração de 200 anos das relações públicas no Brasil?
CA: Enfim, ser RP é ter um sonho e buscá-lo com objetivos claros para alcançar, seja qual for ele.
VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais da área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Qual seria a maior dificuldade, em sua opinião, para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?
CA: Pessoas engajadas, profissionais voltados ao empreendedorismo como o projetoTodo Mundo Precisa de um RP que é de Porto Alegre e o RP Manaus que é do Amazonas são alguns exemplos recentes de novas mentalidade
VRP: As Relações Públicas completam 100 anos no Brasil. O que você vê como a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período?
CA: Acredito que não houve uma contribuição muito significativa, mas foi pela falta de conhecimento das grandes empresas nacionais, mas foi feito alguns trabalhos como pelo Light divulgando e comunicando o publico interno e o trabalho do Pão de Açúcar com a Vera Giangrande, mostrando uma outra faceta das relações públicas
VRP: Falando em história, conte mais sobre a sua história com a profissão. Por quê escolheu RP?
CA: Iniciei como estagiário na empresa em que já era funcionário e passei dois anos trabalhando com as diversas nuances da comunicação, desde de visitas monitoradas aos grandes eventos, inclusive um com o então presidente da republica Fernando Henrique. Despois desse tempo iniciei meus projetos em um empresa que trabalha com marketing promocional e eventos corporativos e sociais por qual atuei 9 anos. Mas queria ampliar meu leque de opções e fui lecionar para ensino médio na área de sociologia, passado algum tempo abri uma empresa de assessoria e planejamento em eventos , depois disso, recebi um excelente projeto para tocar e hoje trabalho com esta empresa, cuidando de todo o operacional das feiras que organizamos
VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?
CA: Atendimento em mídias sociais, pois devido a velocidade das informações, nada como alguém que entende e compreende o seu público interno e externo.
VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?
CA: Com certeza melhor do que hoje, pois a comunicação vai acabar voltando com mais força para o que chamamos de olho no olho, a internet é fantástica, porém está afastando as pessoas e acredito que seremos convocados a ajudar nesta tarefa de unir o tecnológico com o pessoal.

http://versatilrp.com.br/2014/08/08/003-rp-escreve-a-sua-historia-com-cristian-alves/

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Evento Ciesp - Executivo 2013

 

 
 
 
O diretor presidente da Petrocoque, Augusto Cesar Fernandes de Carvalho, recebeu no dia 27 de junho, na Câmara dos Vereadores de Cubatão, o prêmio Executivo do Ano 2012, concedido pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP).
Carvalho foi reconhecido pela decisão de implantar uma unidade de cogeração de energia elétrica, com capacidade para produzir 18MWh, aproveitando a energia térmica gerada no processo de calcinação de coque verde de petróleo.


terça-feira, 7 de maio de 2013

KAMI KARATÊ-DO O MOTIVO DE UMA VIDA





O Karatê é uma arte marcial, originada no Japão, e trazida ao Brasil por imigrantes. Que traz contido na sua filosofia o trabalho incessante e a dedicação. Cada pessoa pode ter objetivos diferentes ao optar pela prática da arte, que devem ser respeitados. O objetivo da arte é a perfeição da mente e do corpo. Seguindo estes ensinamentos, Ronaldo Rodrigues, chega aos 40 anos formado 4° DAN, graduação que o qualifica a ser Sensei da arte do Karatê.
Nascido em Santos, aos 14 anos conhece a arte marcial a que se dedica e teve como primeiro Sensei o professor Djalma, que dava aulas no Centro Comunitário do Jardim Samambaia, onde mora desde 1985.
Nestes 26 anos dedicados ao Karatê, foi campeão  diversas  vezes como atleta e como Sensei, ensina a disciplina aos seus discípulos formando grandes campeões, excelentes faixas pretas e futuros mestres.
Mas, como tudo na vida não é composto apenas de flores, no decorrer da sua carreira Ronaldo encontrou muitos problemas. Enumerá-los não é necessário, mas podemos citar como exemplo, às vezes em que precisou parar para trabalhar e estudar, a falta de locais para treinar, entre outros. Além das batalhas pessoais, quando se torna professor de Karatê, Ronaldo Rodrigues passa a conviver com as outras dificuldades da profissão. A vida dos  atletas que enfrentam a  falta de apoio financeiro, pois a maioria é “PAItrocinado” , ou seja, os pais investem além da mensalidade. Custeando campeonatos, estadias em outras cidades e etc. Mesmo tendo resultados expressivos na cidade, poucas são as empresas que investem em esportes, seja o Karatê ou outra modalidade qualquer.
Tentar agradar a todos não é fácil, mas, segundo Ronaldo,  “ com garra e disciplina as coisas vão ficando mais fáceis, porque grande amigos surgem nesse caminho . Sem contar  também os críticos, que procuram atrapalhar nossa caminhada, mas mesmo com as grandes dificuldades consegui  grandes vitórias”.
Ronaldo se define como “Um cara GUERREIRO. Uma pessoa com grande força de vontade, que não se prende a nada e tenta superar sempre as dificuldades”.
Em 2008 montou sua própria academia  e abriu a filial Yoshimura  e no ano seguinte dá outro grande passo de sua carreira, abriu a Kami Karatê-Do sozinho. O sonho de sua vida. Assumindo assim mais responsabilidades e novos desafios, conseguir patrocínio para a Academia e seus atletas.
Hoje em dia, tem entre a Kami,  ADPG ( Associação dos Deficientes de Praia Grande ) e escolas particulares  cerca de 100 alunos matriculados .
Como na filosofia do Karatê, o trabalho incessante, Ronaldo Rodrigues ainda tem metas a alcançar, uma delas é comprar uma sede própria, onde possa ensinar esse pratica com tranquilidade e também apresentar projetos sociais voltados às comunidades carentes da cidade de Praia Grande. Formando um esquadrão de professores faixas pretas e distribuir pelos bairros da cidade ensinando disciplina e superação.


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